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sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Novas vagas

C OORDENADOR DE PROJETOS DE INFRA-ESTRUTURA
Requisitos:
v Formação superior completa
v Experiência de 5 anos experiência de 2 anos com Business Intelligence/Data Warehousing, preferencialmente em plataforma Microsoft.
v Imprescindível experiência com Microsoft SQL Server Analysis Services e Reporting Services. Desejável 1 ano ou mais.
v Imprescindível inglês fluente
v Desejável Conhecimento de outros bancos de dados (Oracle, DB2, Sybase, etc.) e ITIL, PMI
Interessados, favor enviar os currículos com pretensão salarial para: fernanda@impactorh.com.br com assunto COORDENADOR DE PROJETOS DE INFRA-ESTRUTURA

GERENTE DE IT
Requisitos:
v Formação superior completa
v Imprescindível inglês fluente
v Imprescindível experiência de 6 anos no desenvolvimento de aplicações em ambiente corporativo/distribuído.
v Excelente conhecimento da plataforma Microsoft .Net 2.0 ou acima
v Noções de usabilidade e design
v Experiência em todo o processo de ciclo de vida de desenvolvimento de sistemas, incluindo levantamento de requisitos, modelagem, construção, testes, manutenção, suportee decomissionamento.
v Experiência com Microsoft SQL Server 2005. Desejável experiência com Oracle.
v Conhecimentos em Microsoft Sharepoint 2003/2007
Interessados, favor enviar os currículos com pretensão salarial para: fernanda@impactorh.com.br com assunto GERENTE DE IT

sábado, 13 de outubro de 2007

Tercerização, grande prezuízo ao trabalhador

Um estudo realizado na Faculdade de Direito (FD) da USP avalia que a jurisprudência atual sobre a terceirização de serviços fere a Constituição Federal. Além disso, de acordo com o procurador do Ministério Público do Trabalho Tadeu Henrique Lopes Cunha, possibilita a expansão de um fenômeno “deletério à classe dos trabalhadores”, que implica na fragmentação do movimento operário, não permite a integração do trabalhador na empresa, é contrária à igualdade material (isonomia) e traz piores condições de trabalho (os terceirizados costumam receber salários menores e não têm os mesmos benefícios dos contratados).
“São vários aviltamentos, que levam à precarização das relações de trabalho”, comenta o advogado, que defendeu na FD a dissertação de mestrado Terceirização e seus efeitos sobre os direitos do trabalhador no ordenamento jurídico brasileiro.
A pesquisa foi apresentada em março deste ano, logo após o presidente Lula vetar a Emenda 3, que dava às empresas o direito de contratar funcionários como Pessoa Jurídica (PJ). A emenda exime o contratante da responsabilidade sobre os direitos trabalhistas destes colaboradores ao substituir os contratos de trabalho em regime de CLT pelos de prestação de serviço, ou o que se convencionou chamar de “contratos por PJ”: a terceirização.
Lopes Cunha resgata os primeiros casos de terceirização no país, ou o que ele chama de “subcontratação”, faz um histórico de jurisprudências favoráveis às empresas e discute as conseqüências morais e financeiras aos empregados e a diminuição do poder das classes trabalhistas.
“As empresas estão recorrendo muito à terceirização e não há livros jurídicos que se dediquem especificamente ao tema”, afirma. Segundo ele, não há uma lei que regulamente esta prática. A única base jurídica que possibilita sua adoção é a Súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho (TST), de 1995, que a permite em atividades relacionadas à segurança, limpeza e conservação e em tarefas consideradas não-essenciais, ou seja, para o produto ou serviço final que a empresa presta.
“Nem fundamento jurídico pode ser considerado, pois súmula não é norma jurídica, apenas a consolidação de uma interpretação feita por um tribunal”, alerta. “Além disso, é nebulosa. Não existem hotéis ou restaurantes sem limpeza, é muito relativo. E nem bancos sem segurança”, argumenta.

Início
De acordo com a literatura, a terceirização foi identificada na recessão econômica do Plano Collor, quando as empresas buscavam reduzir custos, já que a importação havia se tornado mais barata. Mas os processos estudados por Lopes Cunha indicam que ela começou bem antes, e que não foi por uma necessidade econômica.

No fim da década de 1960, foi editada uma lei que permitiu à administração pública contratar serviços considerados periféricos, como manutenção de elevadores, limpeza e segurança de outras empresas.
No setor privado, os bancos deram o pontapé inicial.

O Decreto Lei 1034, de 1969, obrigou as instituições financeiras a contratarem vigilantes, sob a justificativa de que naquele período houve aumento dos assaltos. Mas como os bancários têm jornada de seis horas diárias, ao contratar o serviço de uma empresa especializada, o banco teria um funcionário à disposição por oito horas, pagando o mesmo salário, sem a necessidade de bancar duas horas extras.

“Houve bancos que abriram empresas só para prestar serviço de vigilância para eles mesmos”, comenta o promotor. “A terceirização começou com a vontade das empresas de não pagar horas extras”, completa.


Depois da segurança, a limpeza foi terceirizada e, em seguida, os serviços de processamento de dados. “A categoria bancária perdeu força com a transferência de vigilantes ou serventes para outros sindicatos”, relata. De acordo com o advogado, o mesmo aconteceu com as empresas automobilísticas, já que na década de 80, os metalúrgicos eram muito mais fortes que hoje.
No caso dos serviços de processamento de dados, os bancos criaram empresas que lhes prestavam serviço, também por oito horas.

De início, a jurisprudência rejeitava a existência deste tipo de empresa. Depois, passou a aceitar desde que ela trabalhasse para outras além da instituição financeira que a criou. “Ao constituir uma nova empresa de informática, o banco lucra duas vezes. Subtrai os direitos trabalhistas, tirando duas horas extras do pagamento, e ainda lucra ao vender seus serviços para outros clientes”, analisa.


Inconstitucional
Além da questão sindical e da diminuição do salário e responsabilidades fiscais e trabalhistas, Lopes Cunha alerta ainda que há discriminação dos funcionários contratados em relação aos terceirizados. Sendo assim, não se sentem da mesma classe, apesar de contribuirem para que um mesmo produto seja colocado no mercado. “As empresas é que têm que começar a se adaptar aos direitos do trabalhador e não os trabalhadores se adaptarem às vontades das empresas”, adverte o promotor.


Mais informações: thlcunha@yahoo.com.br, com Tadeu Henrique Lopes Cunha. Mestrado orientado pelo professor Jorge Luiz Souto Maior. (Laura Lopes, especial para a Agência USP de Notícias)

Carreira ou dinheiro?

Vale a pena abandonar o emprego atual para fazer um estágio?

SÃO PAULO - Quando o jovem consegue uma vaga na faculdade, tem o sonho de seguir uma carreira e, em um futuro (de preferência, próximo) conquistar um cargo que lhe proporcione uma certa tranqüilidade de retorno financeiro - e recheado de atividades rotineiras com as quais a pessoa se identifique. No entanto, traçar esse caminho não é a coisa mais fácil do mundo: além de contar com infortúnios no meio da jornada, como a dificuldade de arrumar um estágio por conta da grande competitividade e, principalmente, conseguir se encaixar na área de maior afinidade, o universitário passa por um outro problema: o valor da bolsa-auxílio.

Estagiário não é empregado

A bolsa-auxílio nada mais é do que a remuneração pelo trabalho executado. No entanto, diferente do emprego com carteira assinada, o estágio não dá uma séria de benefícios ao estudante, como férias, décimo terceiro etc, além de ter uma remuneração baseada no nível acadêmica, ou seja, diferente daquela paga a um profissional.
Diante desse cenário, fica a dúvida: permanecer no emprego atual, que nada tem a ver com a área na qual estuda, para garantir o pagamento do curso ou ganhar metade do seu salário para entrar de vez no mercado?

Particularidades

Não é possível dar uma resposta direta para isso: cada situação tem sua particularidade. Algumas faculdades, principalmente aquelas que habilitam o estudante para exercer alguma função pedagógica, exigem uma determinada carga horária de estágio para entregar, no final do curso, o diploma de licenciatura.
Portanto, caso seja difícil conciliar o trabalho, essa atividade extra-curricular e, ainda por cima, os estudos, pese bem o que é mais importante para você: ter de recorrer à alguma alternativa para pagar as mensalidades e começar a exercer a função desejada ou perder os anos de estudo por não conseguir tirar o diploma.

Experiência é tudo

Existem ainda outras universidades que não exigem dos alunos experiência na área ou carga horária extra-curricular para liberar o atestado de conclusão do curso. Dessa forma, alguns universitários esperam o período letivo acabar (e com ele aquela obrigação financeira mensal) para então tentar um espaço no mercado de trabalho.

No entanto, é sempre bom lembrar que um dos pré-requisitos na hora de pleitear uma vaga é a experiência prévia. Por mais que o concorrente ainda seja um estudante, esse ponto conta como um diferencial.
Se para quem procura um estágio é assim, a cobrança quando se está formado é ainda maior.Em outras palavras, curso e mercado se complementam.
Da mesma forma que é mais difícil para alguém que não tem nível superior conseguir um posto que garanta uma boa remuneração, é complicado para o recém-formado sem experiência encontrar alguma empresa que queria lhe ensinar o que ele já deveria saber.
É de conhecimento geral que só o mercado garante aquele "traquejo" e "jogo de cintura" da profissão.
A faculdade é sim a base para tudo isso, mas o profissional só ganha essa denominação quando pratica aquilo que aprendeu na teoria.

Alternativas

Antes de decidir abandonar o emprego convencional e se aventurar pela sua área de formação (e possivelmente contrair uma dívida com a universidade) vale lembrar que existem programas que emprestam dinheiro para pagamento de cursos superiores.
Um deles, bastante conhecido, é o Financiamento Estudantil (Fies), do governo federal.
Informe-se no Ministério da Educação e Cultura ou então na Caixa Econômica Federal sobre prazos e requisitos para participar do programa. Além disso, as próprias universidades oferecem programas de bolsa de estudos por desempenho ou por comprovação de renda.
Vá até o atendimento ao aluno da sua e veja quais as possibilidades.

Seu direito

Em um caso extremo, quando você já optou pelo estágio e pela bolsa-auxílio e não pode mais pagar a mensalidade, lembre-se: o Código de Defesa do Consumidor (CDC) expressa que o estudante tem direito de continuar a freqüentar as aulas e não pode sofrer qualquer tipo de humilhação (como bloqueio das catracas, confisco de provas e documentos etc), mesmo que inadimplente.
Porém, a universidade não é obrigada a renovar a matrícula no período letivo seguinte.
E se o estagiário já não freqüenta mais o curso, acaba perdendo o vínculo com a empresa onde aprende a função.

Nessas horas, o que vale é ir até o financeiro da entidade de ensino e tentar um acordo para não perder a vaga, nem na faculdade, e nem no mercado de trabalho.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Marketing

Para concorrer a essa vaga cadastre eu currículo gratuitamente no site www.vagas.com.br e procure a vaga v80610.

O Grupo Let, em parceria com um de seus clientes, oferece oportunidade de trabalho para:ANALISTA DE TRADE MARKETING JÚNIOR

O candidato deverá possuir:
* Experiência de 1 ano em criação e finalização;
* Domínio de Adobe Photoshop, Adobe Illustrator, Corel Draw;
* Graduação completa em Publicidade, Comunicação Social, Design Gráfico ou desenho industrial.

A vaga oferece:
* Salário de R$ 1.800,00, Assistência Médica, Vale Alimentação de R$ 150,00, Vale Refeição, Vale Transporte.

Horário de trabalho:
* De segunda à sexta-feira, das 9:00 às 18:00 hs

VAGA PARA ANALISTA DE MARKETING - FOCO EM COMUNICAÇÃO


Empresa de médio porte, sediada na zona sul contrata para início imediato:Analista de Marketing
Superior completo em Comunicação Social - Habilitação para Publicidade e Propaganda
Experiência anterior em desenvolvimento de estratégia, campanhas de comunicação, embalagens e site, preferencialmente com produtos de consumo, além de desenvolvimento de novos conceitos e tendências em comunicação visual.

Preferencialmente experiência em agência de publicidade e excelentes conhecimentos em design
Perfil Criativo, de fácil comunicação, organizado, flexível, team work oriented, postura e atitude pró-ativa.

Interessados enviar currículos com pretensão salarial para currículorh@click21.com.br

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Criação e Arte

Procura-se Diretor ou assistente de arte criativo e

com bom conhecimento em design gráfico e de
publicidade.


Deve trabalhar com os Softwares:

Photoshop, Indesign, ilustrator e coreldraw.


Deve ser:

Comunicativo e de atitude.

Deve ter:

Bons conhecimentos em layout,

criação e tratamento de imagens.


Deve residir:

Sorocaba e região.


Aguardamos o contato e o envio

de trabalhos (portfolios e currículos).


O salário é em torno de R$800,00 + auxílio.

horário: das 9h às 18h, com 1 hora e meia de almoço.

Ótimo ambiente de desenvolimento e trabalho em grupo.


Mandar para: paulo@detres.com

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Aumenta escolaridade nas pequenas empresas

As micro e pequenas empresas tornaram-se mais exigentes em relação aos seus funcionários. Entre 2001 e 2005, houve redução no contingente de analfabetos nos setores de comércio, serviços, indústria e construção, conforme estudo divulgado ontem pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) e o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).
Ao mesmo tempo, cresceu a proporção de empregados que concluíram o ensino médio e o ensino superior.
O setor de comércio foi o que registrou a maior queda no analfabetismo. Nos quatro anos, houve um decréscimo de 60% no número de empregados nessa situação. Observou-se também um recuo em termos proporcionais. Em 2001, 0,78% dos trabalhadores nesse ramo eram analfabetos, contra 0,23% em 2005.
Em contrapartida, o número de funcionários com ensino médio completo deu um salto de 79%. Proporcionalmente, os trabalhadores com esse nível de instrução representavam 30% do total em 2001 e em 2005 já correspondiam a uma fatia de 42%.
A indústria também assistiu a uma forte incorporação de empregados com 2º grau completo. Só nas pequenas empresas, o aumento na contratação de profissionais com esse grau de instrução foi de 83%.
O setor de serviços foi o que mais empregou funcionários com nível superior. O número de graduados no segmento passou de 386.374 para 619.313.
Na construção civil, também houve aumento na escolarização, embora de forma menos acentuada. A queda no analfabetismo foi de 39,53%. Já o recrutamento de empregados com nível superior cresceu pouco mais de 14%.
"O estudo mostra que foram fechados postos de trabalho em micro e pequenas empresas para pessoas com baixa escolaridade. A idéia de que essas empresas contratam trabalhadores desqualificados se mostrou falsa", disse o diretor-técnico do Dieese em São Paulo, Clemente Ganz Lúcio.
Segundo ele, isso é resultado da melhora da escolaridade no país, de um lado, e da própria exigência dos micro e pequenos empresários, de outro. "Passa a ser um requisito a mais [o maior grau de instrução], mesmo que a função não exija um nível maior de escolaridade."
Ao lado da necessidade de maior escolarização, há a demanda por capacitação técnica, afirma o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto. Para ele, o sistema S (que inclui entidades como Senai, Sesc e Sebrae) não pode, sozinho, dar conta de toda a demanda por qualificação profissional no país. "É preciso descobrir outras formas também." Atualmente, as grandes empresas investem cerca de R$ 13 bilhões anuais em treinamento e qualificação profissional, diz. "Mas as micro e pequenas quase não investem, por falta de recursos."
(Folha de S.Paulo)

MEC e Unesco selecionam 80 consultores temporários

A Unesco, braço das Nações Unidas para educação, ciência e cultura, e o MEC (Ministério da Educação) estão recrutando 80 consultores de nível superior para trabalho temporário num projeto voltado para diagnosticar a situação educacional de Estados e municípios e prestar-lhes assistência técnica.
Podem concorrer candidatos com formação universitária em qualquer área e experiência de pelo menos três anos em planejamento e gestão educacional. O contrato de trabalho terá dez meses de duração e a remuneração total para esse período é de R$ 50 mil.
Mais informações no site: http://noticias.uol.com.br/empregos/ultnot/2007/04/04/ult880u5071.jhtm

Agente Jovem busca educadores

O Núcleo Socio Educativo Agente Jovem Vista Alegre oferece duas vagas informais para educadores. É preciso ter ensino médio completo ou curso técnico ou superior em andamento. É necessário também ter entre 20 e 45 anos, gostar de trabalho com adolescentes e jovens e ter disponibilidade para trabalhar horário integral. É preciso ter experiência nas áreas de cidadania, saúde e sexualidade.
A entidade oferece bolsa-auxilio de R$ 350.

Os interessados devem entrar em contato pelo telefone: (11) 3985-1414, fax: (11) 3989-2709 ou e-mail: agentejovemc@terra.com.br

Profissionais do setor bancário devem ser bons vendedores

A única certeza no setor bancário é a de que quem não cresce morre. E isso vale para profissionais e instituições. Para sobreviver, segundo os departamentos de RH (recursos humanos) dos maiores bancos do país, é preciso ter perfil negocial. Em outras palavras, ser bom vendedor.
Uma das grandes reclamações dos bancários é a pressão para o cumprimento de metas de venda de produtos como seguros e cartões de crédito. Mesmo os caixas têm metas para cadastrar débitos automáticos, por exemplo. Para os consultores, entretanto, reclamar das metas é como dar um tiro no pé. Primeiro, porque elas são inevitáveis e existem em todas as empresas. Segundo, porque podem funcionar como armas do próprio bancário para manter seu emprego.
Com a automação crescente, a previsão é que restem nas agências somente funcionários qualificados, com perfil de negociadores e consultores, e uma das maneiras de mostrar tais habilidades é atingir e superar metas. "Isso existe no mercado de trabalho como um todo. O profissional com poder de negociação é mais competitivo. É uma nova ordem. E os bancários também têm de estar atentos a isso", aponta a consultora de RH Luciana Machado, da AG5.Neli Barboza, da consultoria de RH Manager, diz que os bancos estão revendo seu recrutamento para contratar as pessoas certas. "Eles cobram muito porque vivem de resultados e têm muita concorrência. Ou a pessoa tem o perfil ou não tem. E eles recompensam quem tem essas características. Investem na pessoa, treinam, mandam ao exterior. Não é um perfil fácil de encontrar."
Para ela, muitos bancos colocam pessoas nos lugares errados. "Há uma inadequação de perfil comportamental. Todos sofrem pressão; alguns resistem mais."
O novo perfil não é algo distante. O HSBC, por exemplo, diz que transformará suas agências em consultorias financeiras. O plano é abrir também aos sábados, como já ocorre em pontos de grande movimento comercial na Inglaterra. Segundo o banco, a ampliação do horário (das 9h às 18h) aumentou, em média, 5% o volume de transações nas agências.
Os sindicalistas, contrários à abertura aos sábados, obtiveram do banco promessa de só implantá-la após acordo coletivo.
(Folha Online - 28/02/05)

Funcionários de bancos têm de se adaptar a aumento de cobranças

Na semana em que os principais bancos do país divulgaram os maiores lucros de sua história, os bancários traçaram para o emprego no setor um prognóstico nada animador: diminui o número de postos de trabalho e aumenta a cobrança sobre quem fica.
Excesso de horas extras, pressão exagerada para o cumprimento de metas e sobrecarga de obrigações estão entre as reclamações da categoria, que tem hoje menos da metade dos representantes que tinha no final da década de 80. "Os bancos aumentam sua lucratividade e precarizam o trabalho", afirma Carlos Cordeiro, secretário-geral da Confederação Nacional dos Bancários.
Os bancos, por sua vez, dizem que ser bancário está a cada dia mais interessante. Segundo a Febraban (Federação Nacional dos Bancos), o tempo médio de casa para se tornar gerente caiu de 15 anos para 5 anos. "A carreira no banco é fantástica em termos de velocidade. Há planos de carreira que rapidamente levam a posições relevantes e bem remuneradas. O nível de exigência de desempenho é alto porque a responsabilidade também é alta", pondera o superintendente de relações do trabalho da Febraban, Magnus Apostólico.
Para a entidade, não existe sobrecarga de trabalho. E o argumento para defender esse ponto de vista é justamente a tecnologia, a principal responsável pela redução histórica do número de empregos no setor. Desde 2000, a quantidade de bancários no país oscila entre 390 mil e 400 mil. "Se não há redução significativa dos quadros e a automação é cada vez maior, como é que estamos sobrecarregando alguém?", questiona o superintendente.
Na opinião dos bancários, a sobrecarga se traduz principalmente no desrespeito à jornada de trabalho de seis horas diárias. Os bancos são contrários à manutenção da jornada de seis horas (direito garantido por um decreto de 1933) e afirmam que é impraticável obedecer à restrição em suas centrais administrativas, onde as horas extras são praxe, e os salários, para serem competitivos com os de outros setores, consideram oito horas de trabalho.
Bancários e instituições financeiras são favoráveis à ampliação do horário de funcionamento das agências. Segundo cálculo do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos), se a jornada for respeitada, o funcionamento das 9h às 17h em todos os bancos criaria 161 mil empregos no país.
No HSBC, entretanto, a iniciativa pioneira no Brasil de manter 164 agências funcionando das 9h às 18h não criou vagas. Segundo o banco, que afirma respeitar a jornada de seis horas, a medida simplesmente evitou a demissão de 250 funcionários que, no sistema antigo, não eram mais necessários.

(Folha Online - 28/02/05)

Fininvest seleciona em todo os estados

A Fininvest, do Grupo Unibanco, tem várias vagas para operadores de venda, caixa e operadores de micro-créditos.

Interessados entre no site abaixo:


http://www.fininvest.com.br/rhf/index.asp

Estágios na Phillips

Inscrições para estágio vão até 14 de outubro


A Philips do Brasil está com inscrições abertas para o preenchimento de 30 vagas no Programa de Estágio para atuação na Chácara Santo Antônio, zona sul de São Paulo.As oportunidades são para as áreas Comercial, Financeira, de Comunicação, Controladoria, Direito, Engenharia, Logística, Marketing, Recursos Humanos, Responsabilidade Social, Secretariado e Tecnologia da Informação.Podem participar universitários com conclusão do cursos prevista para ocorrer entre julho e dezembro de 2009 em Administração, Arquitetura, Comunicação Social, Ciências Contábeis, Direito, Economia, Engenharias, Psicologia, Secretariado ou Tecnologia da Informação. Além disso, os candidatos devem possuir conhecimentos avançados em informática e inglês avançado.A empresa oferece para período integral bolsa-auxílio de R$ 1.400,00 a 1.600,00, mais benefícios.Os interessados poderão se inscrever até 14 de outubro por meio do site da Philips, no seguinte endereço: www.philips.com.br.



Fonte: JC Concursos

Mostre-me as comunidade que você participa no Orkut e direis quem tu és...

Comunidades virtuais: antes de aderir a alguma, pense em sua carreira!

SÃO PAULO - Crente de que as redes de relacionamento on-line são apenas visitadas pelos amigos mais íntimos e familiares, você logo coloca verdades de sua vida por meio das comunidades: "bebo até cair", "detesto meu chefe" e "odeio estudar".

A atitude, porém, requer reflexão.

Isso porque ela pode ter impactos negativos na vida profissional do internauta, já que recrutadores vasculham e analisam informações pessoais, dados acadêmicos e da carreira por meio dessas redes.

Essência do candidato

De acordo com a executiva de Recursos Humanos e diretora da empresa da TGR - especializada em assessorar jovens em início de carreira -, Eliane Sarcinella, muitas empresas utilizam as redes de relacionamento para saber o que o candidato pensa e o que pensam sobre ele.

Por meio do canal, eles identificam aquilo que pode ter faltado durante o processo de seleção: a essência do candidato.

Entre os quesitos analisados, estão os erros de português, interesses profissionais, culturais e a rede de amigos, que, se for alta, indica que a pessoa tem facilidade em se relacionar.

Descobertas antes da convivência

As comunidades podem revelar algo que somente a convivência mostraria, como atitudes reprovadoras: só assistir televisão o dia inteiro e odiar ler.
"O currículo e a entrevista são determinantes para a contratação, mas consultar a página pessoal também é válido para complementar o perfil do candidato. Por meio das comunidades virtuais, os internautas registram detalhes de sua vida pessoal e demonstram preferências e aversões", afirmou Eliane.

Para os recrutadores...

A executiva de RH indica que não levem tudo em consideração. Não é somente porque alguém coloca a comunidade "eu odeio acordar cedo", que chegará atrasado ao trabalho todos os dias. "Às vezes, são meras brincadeiras que não devem comprometer a contratação do profissional, mas de qualquer forma cabe uma avaliação mais profunda, antes da tomada de decisão", afirmou.

Trainee para Itaú

Itaú abre 22 vagas de trainee na área de mercado de capitais
Da redação

Em São Paulo


Estão abertas, até o dia 28 de outubro, as inscrições do programa Jovens Talentos na área de mercado de capitais do Banco Itaú.São oferecidas 22 vagas de trainee na capital paulista. O processo seletivo é coordenado pela consultoria em recursos humanos Companhia de Talentos.As inscrições podem ser feitas pela Internet, até as 24h de 28 de outubro.Podem concorrer profissionais graduados entre dezembro de 2005 e dezembro de 2007 em administração de empresas, ciências contábeis, ciências econômicas e engenharias (todas as modalidades). Exigem-se dos candidatos fluência no idioma inglês, bons conhecimentos de informática e disponibilidade para, eventualmente, trabalhar em outro país. É desejável que conheçam o idioma espanhol.O valor da remuneração não foi divulgado. A empresa oferece benefícios como assistência médica e odontológica e seguro de vida. O programa tem 18 meses de duração. Os selecionados começarão a trabalhar em fevereiro de 2008.

fonte: Jc Concursos

Concurso Público

Sexta-feira, 5 de outubro de 2007

S. Bernardo do Campo/SP
Prefeitura oferece salários até R$ 4.030,98

A Prefeitura do Município de São Bernardo do Campo/SP anuncia concurso para provimento de 36 vagas.

Os cargos abrangidos são: Agente de Obras Particulares I, Auxiliar de Topografia e Emplacamento I, destinados a candidatos de nível médio; Auxiliar Técnico I, a candidatos de nível técnico; Arquiteto, Engenheiro Civil, Engenheiro Eletricista, Inspetor de Obras Particulares I, a candidatos de nível superior completo. Salários oscilam entre R$1.117,28 e R$ 4.030,98.

As inscrições podem ser realizadas no Poupatempo de São Bernardo, localizado na Rua Nicolau Fillizola, nº 100, no período de 09 a 25 de outubro das 7h às 19 h, excepcionalmente dia 20 das 7h às 13h. O candidato pode ainda efetuar inscrição via Internet pelo site www.mouramelo.com.br até às 20h do dia 25 de outubro. A taxa de participação varia de R$19,20 a R$ 27,00.

A aplicação das provas objetivas está prevista para os dias 25 de novembro e 02 de dezembro. A confirmação da data, locais e horários serão divulgados no site www.mouramelo.com.br e em Edital de Convocação a ser publicado no jornal “Notícias do Município”, afixado no Departamento de Recursos Humanos da Prefeitura de São Bernardo do Campo.

Fonte: Jc Concursos

Impressor Gráfico - site infojobs.com.br

Se oferece 1 vaga/s para trabalhar em São Paulo na área profissional Artes/Artes Gráficas

P/ Caieiras;C/ 2º Compl Sal R$ 2.00,00 + CESTA BASICA + CONVENIO FARMACIA Conhecer Maquina Modular banda estreita


Dados de contato

site infojobs.com.br

Outra forma de contato : Comparecer Rua Albion , 64 - Lapa São Paulo

Designer Gráfico - www.infojobs.com.br


Descrição da Oferta

Se oferece 1 vaga/s para trabalhar em São Paulo na área profissional Artes/Artes GráficasP/ Caieiras;C/ 2º Compl Sal R$ 1.300,00 + CESTA BASICA + CONVENIO FARMACIA Conhecer Corell Draw Criação de Lay out p/ rotulos e etiquetas , noções de Formulários Continuo
Dados de contato

Outra forma de contato : Comparecer Rua Albion , 64 - Lapa São Paulo

Professor de Teatro Bilíngüe - Educação Infantil

Search Serviços Empresariais SC Ltda.

Empresa de Recrutamento e Seleção voltada à educação.Empresa do setor Recursos humanos situado em São Paulo. Tamanho: Pequeno (até 200 funcionários)


Descrição da Oferta

Se oferece 1 vaga/s para trabalhar em São Paulo na área profissional Artes/Artes Cênicas
Experiência mínima de 1 ano lecionando aulas de teatro para crianças de 1 a 6 anos de idade.
Imprescindível ter fluência no idioma inglês.

Exigências

Idiomas : Inglês
Experiência profissional : Entre 1 e 3 anos

O que esta Vaga Oferece
Salário : 250 - 500
R$ Bruto mensal

Tipo de contrato : Freelancer

Dados de contatoE-mail : searchrh2006@yahoo.com.br