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quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Aportes da Petrobras vão gerar 160 mil postos de trabalho em São Paulo


Veja


Aportes da Petrobras vão gerar 160 mil postos de trabalho em São Paulo 29-08-2007 O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, apresentou, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o Plano de Negócios da Companhia para o período 2008–2012, que prevê investimentos totais de U$ 112,4 bilhões no país e no exterior. No Brasil serão investidos, no período, US$ 97,8 bilhões, dos quais 15% em São Paulo. Os projetos previstos para o Estado vão demandar cerca de 160 mil postos de trabalho diretos, indiretos e por efeito renda. O conteúdo nacional dos empreendimentos em São Paulo deverá ser de 74%. Entre os projetos no Estado de São Paulo destacam-se a implantação da Petroquímica Paulínia e, na área de exploração e produção, o desenvolvimento dos campos de Merluza, Mexilhão e Uruguá–Tambaú. Nas atividades de abastecimento (refino, transporte e comercialização), estão previstos projetos para melhoria da qualidade dos combustíveis e aumento do processamento de petróleo nacional nas refinarias do Estado (Replan, Revap, RPBC e Recap), além do Plano Diretor de Dutos. No segmento de gás e energia, haverá investimentos na construção dos gasodutos Campinas–Rio, Caraguatatuba–Taubaté, Gaspal II e Paulínia–Jacutinga. O plano reforça os desafios nos mercados de gás natural e biocombustíveis. Do total de investimentos previsto no plano, 87% serão aplicados em projetos no Brasil e 13% no exterior. A produção total de petróleo e gás natural (Brasil e exterior), em barris equivalentes por dia, será de 3.494.000, em 2012, e 4.153.000 em 2015. O Planejamento Estratégico 2020, que estabelece a missão, a visão, as estratégias e os objetivos corporativos da Companhia para o futuro ampliou a visão da Petrobras de uma empresa líder na América Latina para uma das cinco maiores empresas integradas de energia do mundo. O plano mantém a estratégia de expandir a atuação nos mercados de petróleo, derivados, petroquímico, gás, energia, biocombustíveis e distribuição, com rentabilidade, responsabilidade social e ambiental e crescimento integrado. No refino, mantendo o equilíbrio entre o crescimento da produção e a capacidade das refinarias no país, a carga processada no Brasil, em 2012, será de 2.061.000 barris por dia, com 90% de participação do petróleo nacional. As metas internacionais também refletem o crescimento integrado da Companhia com estimativas de produção de 436.000 barris equivalentes de petróleo e gás em 2012 e processamento de 348.000 barris por dia de petróleo nas refinarias do exterior. Na atividade internacional, os investimentos serão aplicados principalmente no segmento de exploração e produção, com foco na América Latina, Oeste da África e Golfo do México. A integração se estende também à petroquímica, onde a Companhia prevê a ampliação da atuação no Brasil e na América Latina, visando agregar sinergias com os demais negócios do Sistema Petrobras. Dos investimentos no Brasil, destaca-se o crescimento nos segmentos de exploração e produção (aumento de 32%), abastecimento (aumento de 35%) e petroquímica (aumento de 30%), além da ênfase nos biocombustíveis que receberão US$ 1,5 bilhão. A Petrobras prevê, para o período do plano, uma geração própria de caixa de US$ 104,4 bilhões, recurso suficiente para cobrir 93% do Plano de Investimentos. As captações no mercado financeiro serão de US$ 19,4 bilhões e a amortização das dívidas de US$ 11,4 bilhões. Os investimentos incluem US$ 18,2 bilhões a serem aplicados, pelas diferentes áreas, na cadeia brasileira de gás natural, visando desenvolver, liderar e garantir o suprimento confiável de gás natural ao mercado brasileiro. Os parceiros da Petrobras no setor deverão investir US$ 1 bilhão adicional no mesmo período. Com relação aos biocombustíveis, a companhia visa tornar-se uma empresa global na comercialização e na logística de biocombustíveis, liderando a produção nacional de biodiesel e ampliando a participação no negócio de etanol. Em linha com esta estratégia, o H-Bio (processo destinado a produzir óleo diesel nas refinarias convencionais com participação de óleos vegetais) representa uma alavanca para o crescimento deste mercado.

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